Na verdade, os instrumentos de corda são mesmo a base de uma orquestra. E estão divididos da seguinte forma: primeiros violinos, segundos violinos, violas, violoncelos e contrabaixos, além da harpa. Para você visualizar melhor, coloque-se por um momento no lugar do maestro. Do seu lado esquerdo, próximos à frente do palco, estão os primeiros violinos. Ao lado deles, mas mais para dentro do palco, estão os segundos violinos.

A diferença entre os dois grupos não está nos instrumentos, que são iguais, mas nas notas emitidas, em geral mais agudas nos primeiros violinos, o que permite uma maior exploração das possibilidades sonoras do instrumento. Ao seu lado direito, próximos à frente do palco estão os violoncelos. As violas estão à direita deles, mais para dentro. E os contrabaixos bem à direita, ao fundo.

É importante ressaltar, porém, que a posição das cordas pode variar, de acordo com o tipo de sonoridade que o maestro ou compositor quer alcançar. Na Filarmônica de Berlim, por exemplo, as violas ocupam o lugar dos violoncelos e vice-versa. Porém, uma possível troca é sempre feita

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VIOLINO
Há um mistério de quem o inventou, mas é o mais conhecido instrumento clássico hoje
VIOLA
A viola é um sétimo maior que o violino e ligeiramente mais pesada.
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VIOLONCELO
O violoncelo é também muito conhecido pelo nome de cello.
CONTRA-BAIXO
O contrabaixo, também conhecido pelo diminutivo baixo, é maior do naipe de cordas.
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HARPA
A harpa é um dos instrumentos mais antigos. Origina-se das vibrações de um arco de caça.
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